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Forjada no cadinho do século XIV, um período marcado por conflitos como a Guerra dos Cem Anos, a espada de armar consolidou-se como o instrumento e símbolo por excelência do cavaleiro. Em uma França que via a transição das cotas de malha para as armaduras de placas, as espadas precisavam ser robustas e versáteis. Esta peça evoca esse momento histórico, trazendo em seu pomo e guarda uma inscrição que a distingue: a promessa de uma vigilância incansável.
A inscrição em latim vulgar, "Draco non dormit in nomine veritatis" (Guardada por um dragão que não dorme, em nome da verdade), transforma a arma em um artefato de profundo simbolismo. Este tipo de espada, conhecida como "de mão e meia" ou bastarda, era valorizada por sua adaptabilidade, permitindo o uso com uma ou duas mãos. Mais do que mero aço, representava o juramento do cavaleiro, sua honra e sua devoção a um ideal de justiça guardado com a ferocidade de um dragão mítico.
Esta réplica é recriada com atenção aos detalhes que definem o original. A lâmina de metal é complementada por um punho cujo pomo e cruz ostentam a distinta inscrição latina. Acompanhada por uma bainha, a peça constitui um excelente item de coleção e decoração, materializando a sofisticação marcial e o código de honra da cavalaria francesa do final da Idade Média. É um tributo fiel a uma era em que a espada era a alma do guerreiro.
