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No turbulento século XIV, palco de conflitos como a Guerra dos Cem Anos, a adaga consolidou-se como um instrumento indispensável no arsenal do cavaleiro. Mais do que uma simples arma secundária à espada, representava a última linha de defesa no caos do combate corpo a corpo, sendo igualmente um símbolo de status e um utensílio de uso pessoal fora do campo de batalha.
Sua função tática era crucial, especialmente para penetrar as vulnerabilidades de uma armadura de placas, onde lâminas maiores eram ineficazes. O detalhe notável desta peça é a inscrição em latim vulgar na guarda e no pomo: “Custodita a dracone qui non dormit, in nomine veritatis” — Guardada por um dragão que não dorme, em nome da verdade. Este lema enigmático evoca o poderoso simbolismo do dragão como um guardião incorruptível, conferindo à arma uma aura de mistério e propósito elevado.
Esta réplica busca recriar fielmente o artefato histórico, com sua fabricação em metal e bainha em material sintético. A gravação do lema foi reproduzida com precisão, preservando o espírito do original. Como peça de coleção ou decoração, esta adaga transcende o objeto marcial, tornando-se um ponto de interesse que evoca a complexidade da cultura, da arte e do simbolismo da Baixa Idade Média.
